



Fragmentos da Ausência: Figueira Centenária
Uma figueira centenária que, por um século, marcou a paisagem de Taubaté, foi abatida. Ailton Krenak nos ensina que, “quando despersonalizamos a montanha, o rio”, nós os liberamos para a destruição. Essa obra é o retrato de um parente que perdemos em nome do progresso. Mas, embora abatida fisicamente, ela permanecerá viva na memória. As luzes que flutuam ao redor de seu tronco representam histórias que ela guardou e também do vazio luminoso que sua ausência deixou.
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Descrição
Acessibilidade
Descrição geral
A pintura, na vertical, retrata o tronco robusto de uma árvore centenária em primeiro plano, cercado por misteriosos pontos de luz flutuantes, com diversas outras árvores ao fundo.
Descrição Detalhada
A esquerda da pintura, o tronco de uma grande figueira, com a casca texturizada em tons de cinza e marrom. Suas raízes grossas se espalham pela base. Dispersos pela cena, flutuam diversos círculos de luz branca e brilhante. Ao fundo, à direita, diversas outras árvores com suas copas cobrindo o horizonte. A figueira em questão foi abatida para dar lugar ao progresso.
Legenda
Embora abatida fisicamente, a alma de uma figueira centenária de Taubaté permanece viva na memória. As luzes que flutuam ao redor de seu tronco, embora pareçam artifícios mágicos, representam histórias que ela guardou.
Tinta: Winsor & Newton
Papel: Hahnemühle Cézanne, 100% Algodão, prensado a frio, textura lisa
Dimensões: 24×32 cm
Tratamento: Verniz L&B
Enviado sem moldura em foamboard.
Informação adicional
| Peso | 0,5 kg |
|---|---|
| Dimensões | 24 × 32 × 3 cm |
| Ano | 2025 |
| Técnica | Guache sobre Papel |
| Mídia | Canson® Imaging Photo Mate, Original |


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