Fragmentos da Ausência: Lugar de Memória
Assim como as plantas e animais que crescem a partir de uma fenda do muro, a memória coletiva também resiste. Retratar essa casa em guache a insere no fragmento, no fragmento da história, que precisa ser lembrado para que não se repita.
Fragmentos da Ausência: Figueira Centenária
Uma figueira centenária que, por um século, marcou a paisagem de Taubaté, foi abatida. Ailton Krenak nos ensina que, "quando despersonalizamos a montanha, o rio", nós os liberamos para a destruição. Essa obra é o retrato de um parente que perdemos em nome do progresso. Mas, embora abatida fisicamente, ela permanecerá viva na memória. As luzes que flutuam ao redor de seu tronco representam histórias que ela guardou e também do vazio luminoso que sua ausência deixou.
Fragmentos da Natureza: Resiliência
A beleza contida em um fragmento da natureza: um simples arbusto observado de perto. A exuberância do mundo natural em seus detalhes mais sutis.
Fragmentos da Natureza: Vida Escondida à Vista
Na vastidão de uma poça d'agua, centenas de futuros estão prestes a serem semeados. Um lembrete de que os maiores eventos da natureza muitas vezes acontecem em silêncio e em segredo.
Fragmentos da Natureza: Bromélias
A beleza contida em um fragmento da natureza: um simples arbusto observado de perto. A exuberância do mundo natural em seus detalhes mais sutis.
Fragmentos da Natureza: Samambaias
A beleza contida em um fragmento da natureza: um simples arbusto observado de perto. A exuberância do mundo natural em seus detalhes mais sutis.
Paisagem Fantástica #1
Óleo sobre tela de uma paisagem fantástica realizado em 2024.
Fragmentos da Natureza: Simbiose
Obra em guache realizada em 2025 de uma foto que tirei no Parque Amantikir, Campos do Jordão. No Amantikir, “a montanha que chora”, alguns girínos se divertem sob a guarda da flor-de-lótus.
Fragmentos do Imaginário: A Viagem de Chihiro
Cenas de Hayao Miyazaki reinterpretadas em guache fazem parte da exposição Fragmentos: O valor do que não tem valor. Nesta série, o artista revisita cenas de filmes marcaram e ainda marcam sua formação. A obra em questão é um frame de "A Viagem de Chiriro" do Studio Ghibli.
Fragmentos da Ausência: Georgina de Albuquerque
A releitura de uma obra clássica é uma oportunidade para criar um diálogo entre passado e presente. Na minha releitura de "Dia de Verão", de Georgina de Albuquerque, me inspirei no estilo de Hayao Miyazaki, do Studio Ghibli. Georgina foi uma pioneira e, numa época em que a arte acadêmica ainda relegava às mulheres a papéis secundários, ela ocupou seu espaço com protagonismo. Já no universo criado por Miyazaki, as mulheres também são protagonistas. Elas não esperam serem resgatadas mas conduzem suas próprias jornadas.
Fragmentos do Imaginário: Sussurros do Coração
Cenas de Hayao Miyazaki reinterpretadas em guache fazem parte da exposição Fragmentos: O valor do que não tem valor. Nesta série, o artista revisita cenas de filmes marcaram e ainda marcam sua formação. A obra em questão é um frame de "Sussurros do Coração" do Studio Ghibli.
Fragmentos da Natureza: Mono no Aware
A flor de cerejeira é um fragmento da filosofia de Miyazaki. Ela carrega o sentimento agridoce do "mono no aware", pois sua floração apesar de bela e intensa, é breve. Sua obra ensina que a vida não é feita de grandes acontecimentos, mas da beleza encontrada nas pequenas coisas e nos instantes mais fugazes.



